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SaídasSuper Vale Sagrado06:20 → 19:00 · Retorno a Cusco · 5 lugaresUS$ 32Vale Sagrado Tradicional07:20 → 18:30 · Retorno a Cusco · 4 lugaresUS$ 30Super Vale Sagrado06:20 → 15:30 · Final em Ollantaytambo · tremUS$ 31Vale Sagrado Tradicional07:20 → 15:30 · Final em Ollantaytambo · tremUS$ 29
O que verChinchero3.762 m · 07:40 Super Vale · 16:45 Trad.Salinas de Maras3.385 m · 09:30 · só Super ValeMoray3.500 m · 10:30 · só Super ValeOllantaytambo2.790 m · 14:15 · as 4 saídasPisac3.300 m · 09:30 Trad. · 16:50 Super Vale
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Terraços de Ollantaytambo contra a luz à tarde
Para entender o que você vê

História do Vale Sagrado: por que os incas escolheram este vale

Mais baixo, mais ameno e mais fértil que Cusco, o vale do Urubamba foi a despensa e o lugar de descanso da nobreza inca: fazendas reais, templos ao sol e quilômetros de terraços. O que hoje se percorre num dia entre Chinchero, Maras, Moray, Ollantaytambo e Pisac é essa paisagem trabalhada durante séculos, com uma camada colonial por cima.

O rioUrubamba
Por que aqui479 m mais baixo
O incaTerraços e templos
O que veio antesSalinas de Maras
O colonialIgrejas

O vale

Uma faixa amena a um dia da capital

Cusco fica a 3.350 m; Urubamba, a 2.871, e Ollantaytambo a 2.790. Esses quinhentos metros de diferença significavam milho onde em cima só crescia batata, e um clima onde a nobreza podia passar temporadas. Por isso o vale se encheu de fazendas reais atribuídas aos governantes incas e de terraços que ainda são cultivados.

Os terraços

A obra que organiza toda a paisagem

Os terraços escalonados não são decorativos: ganhavam solo da encosta, drenavam a água da chuva e guardavam o calor do dia. Em Pisac abraçam a montanha; em Ollantaytambo sobem até o Templo do Sol; em Chinchero descem da praça, e em Moray se fecham em círculos. Vê-los num mesmo dia é a melhor forma de entender para que serviam.

Cinco lugares, cinco capítulos

O que cada parada conta

O que ver no vale →

Chinchero

Fazenda real no planalto, com terraços e muros incas sobre os quais se ergueu uma igreja colonial. Hoje, além disso, um centro têxtil vivo que conserva tingimentos e teares anteriores à conquista.

Salinas de Maras

A única parada anterior aos incas: uma nascente salgada explorada desde tempos pré-incaicos, herdada pelos incas e hoje pelas famílias da comunidade.

Moray

Terraços circulares sem documentos que os expliquem; a hipótese do laboratório agrícola é a mais aceita e o guia a discute na borda do anfiteatro.

Ollantaytambo

Fazenda real, templo inacabado e, em 1536, fortaleza da resistência inca contra os espanhóis. O único povoado inca que continua habitado com o traçado original.

Pisac

Terraços, setor religioso com o Intihuatana e, embaixo, um povoado de traçado colonial com o mercado que hoje reúne as comunidades do vale.

Urubamba

O fundo do vale, onde se almoça às 12:00: o povoado colonial cresceu sobre terras de cultivo que já alimentavam Cusco no tempo dos incas.

Depois dos incas

A camada colonial e o trem

Com a conquista vieram as igrejas sobre os templos, os povoados de traçado em xadrez e as fazendas. No século vinte, a ferrovia pelo fundo do vale transformou Ollantaytambo na porta de Machu Picchu: por isso hoje duas das nossas saídas terminam ali às 15:30, a poucos minutos da estação.

Como se percorre hoje

A ordem geográfica é a ordem da história

O Super Vale Sagrado começa no planalto (Chinchero, Maras, Moray), desce ao fundo do vale (Urubamba, Ollantaytambo) e volta por Pisac; o Tradicional faz o contrário. Nas duas rotas um guia credenciado conta em cada lugar o que esta página resume. Escolher rota →

É o nome moderno do vale do rio Urubamba entre Pisac e Ollantaytambo. Para os incas foi um território privilegiado pelo clima mais ameno que o de Cusco, as terras de milho e a proximidade da capital; ali ergueram fazendas reais, templos e terraços.

Terraços agrícolas escalonados nas encostas, com muros de pedra e enchimento de drenagem. Ganhavam terra de cultivo, retinham o calor e evitavam a erosão. Veem-se em Pisac, Ollantaytambo, Chinchero e, em forma circular, em Moray.

Foi fazenda real e, depois da chegada dos espanhóis, cenário da resistência inca: dos seus terraços a fortaleza repeliu um ataque espanhol em 1536. O povoado conserva o traçado inca e continua habitado.

São anteriores: a exploração da nascente salgada remonta a culturas pré-incaicas e os incas a continuaram. Hoje é trabalhada pelas famílias da comunidade de Maras, que cobram o ingresso.

Não há documentos que o expliquem. A hipótese mais aceita é que foi um centro de experimentação agrícola: a diferença de temperatura entre os terraços permitiria testar cultivos em diferentes altitudes.

Igrejas erguidas sobre muros incas, como a de Chinchero, e o traçado de povoados como Pisac ou Urubamba. O guia mostra em cada lugar onde termina a pedra inca e começa o adobe colonial.

Sim: as quatro saídas percorrem os lugares na ordem geográfica que explica a história, com um guia credenciado que a conta em cada parada. A rota completa de 5 atrações é o Super Vale Sagrado.

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